ORT - Publicações Pedagógicas
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- Biological response to a bioactive glass coated implant: experimental dataPublication . Judas, F; Figueiredo, MH; Cabrita, SM; Piedade, AP; Proença, AA biomaterial constituted by a metallic titanium alloy (TiAl6V4) coated with a bioglass layer (Na2O (7-24%), K2O (2-8%), CaO (9-20%), Al2O3 (0.1-2%), MgO (0.1-2%), SiO2 (46-53%) and P2O5 (4-8%) was implanted in the cancellous bone of adult rabbit knee, in orthotopic situation, under conditions of mechanical stability. The animals were sacrificed after 30 (Group I), 90 (Group II), and 180 (Group III) days postoperatively. The bone pieces, containing the samples under investigation, were studied using radiographs, optical microscopy, scanning electron microscopy and electron probe micro-analysis. Radiologically, osteointegration of the implant surface was observed in all cases at the 180th day after the surgery. A new bone formation was observed in the animals of Group I and the specimens observed after 90 days of the surgery (Group II) presented a higher amount of new bone tissue. At the 180th day, the bioglass coating of the metallic titanium alloy was not detected and a total contact between the metallic surface and the new bone tissue was observed. The incorporation of the bioglass layer into the bone matrix occurred without interposition of non mineralized tissues and without the presence of inflammatory cells. These results strongly suggest that the studied ceramic coating material of the metallic implant is bioactive, biocompatible, bioresorbable, and possess osteoconductive properties.
- Sinovectomia-realinhamento-estabilização do punho dorsal reumatóidePublication . Judas, F; Matos, PA artrite reumatóide apresenta-se, na maioria das situações, com um envolvimento poliarticular, atingindo o doente no seu todo (bio-psico-social) em fase activa da vida. Cada doente constitui um caso particular, à semelhança do que acontece em todos os ramos da Medicina. Todavia, esta verdade assume uma importância capital quando se trata de uma doença com um carácter tão destruidor, e com um polimorfismo tão variável e tão difícil de prever como é a artrite reumatóide. A cirurgia pode estar indicada, como medida complementar, nas situações clínicas resistentes a um tratamento farmacológico e fisiátrico bem conduzidos, e deve ser realizada nos estádios iniciais da doença, por forma a alcançar o melhor resultado. Procede-se à revisão clínica e radiológica de uma série de 29 punhos submetidos a uma sinovectomia-realinhamento-estabilização (SRE), com a intenção de avaliar os resultados deste tipo de procedimento cirúrgico electivo e conservador no tratamento do punho dorsal reumatóide. A sinovectomia e realinhamento-estabilização do punho dorsal reumatóide consiste numa sinovectomia tendinosa e articular (radiocárpica, mediocárpica e radioulnar inferior), à qual se associa um realinhamento e estabilização do punho. Neste contexto, procede-se à transferência do longo extensor radial do carpo para o tendão do curto extensor radial do carpo, assim como à reposição dorsal do tendão do músculo extensor ulnar do carpo e, ainda, efectua-se uma operação de Sauvé-Kapandji procedimentos que, no seu conjunto, podem realinhar-estabilizar o punho. Pretende-se, com esta operação cirúrgica, conseguir alcançar um punho indolor, com conservação de uma mobilidade suficiente que permita a função articular. Para além disso, e não menos importante, pretende-se também conseguir prevenir a ocorrência de desvios do carpo no plano frontal e sagital, ao longo do tempo. No período compreendido entre Abril de 1994 e Junho de 2005 foram submetidos a uma SRE 39 punhos reumatóides. Procedeu-se à avaliação clínica e radiológica de uma série de 29 punhos operados entre os anos 1994-2002, com um tempo médio de evolução de 5 anos e 2 meses, máximo de 10 anos e 9 meses e mínimo de 2 anos e 4 meses. Trata-se de 26 doentes, 22 do sexo feminino e 4 do sexo masculino com idades compreendidas entre 22 e 68 anos, idade média de 51 anos. Em 3 casos a operação foi efectuada nos dois punhos. Para tanto, a dor e a mobilidade do punho foram classificadas em 4 estádios. As lesões osteoarticulares do punho foram avaliadas em 6 graus, de acordo com os critérios radiológicos estabelecidos por Larsen. Os índices médios de altura do carpo foram avaliados com base nos critérios de Mac Murtry e Youm. Os índices de inclinação radial do carpo de acordo com os critérios de Shapiro. Para a avaliação pós-operatória da altura média do carpo e translação ulnar, foi usado um sistema que utiliza o parafuso transversal ulnoradial como referência, seguindo o critério de Y. Alnot. Desta forma, é possível apreciar a evolução destes dois parâmetros, a partir dos exames radiográficos no pós-operatório imediato e determinar, assim, as suas eventuais modificações ao longo do tempo. Os resultados obtidos nesta série foram muito satisfatórios, mau grado haver necessidade de um recuo pós-operatório mais longo, para se poder precisar uma avaliação definitiva. Assim, no que concerne à dor, 19 dos punhos operados apresentaram-se indolores. Registou-se uma diminuição aceitável da mobilidade do punho existente, antes da intervenção cirúrgica. Em relação à translação ulnar do carpo, esta foi inferior a 1 mm em 18 punhos e situou-se entre os 1mm e 3mm em outros 9 punhos. Por sua vez, a diminuição da altura do carpo apresentou um valor superior a 3 mm apenas em três casos e, em 14 outros casos situou-se entre 1 mm e 3 mm. Por outro lado, a taxa de complicações foi baixa. Registou-se uma ossificação entre as osteotomias da ulna, sem repercussão funcional significativa, e um caso de migração do parafuso radioulnar. Apenas em um caso, houve necessidade de efectuar uma artrodese total do punho, aos seis anos de evolução pós-operatório, devido à presença de uma carpite erosiva dolorosa associada a um colapso progressivo do carpo. Não houve registo de necroses cutâneas; o tempo médio de internamento foi de três dias. Interrogados sobre a eficácia da operação, 80% dos doentes manifestaram-se muito satisfeitos, 12% satisfeitos, 8% pouco satisfeitos e nenhum decepcionado. Os resultados obtidos mostraram que a SRE é uma intervenção eficaz no tratamento do punho dorsal reumatóide com lesões radiológicas Larsen II e III, podendo ser alargada ao grau IV com resultados satisfatórios, se a instabilidade radiocárpica não for severa. Neste caso, pode ser associada à artrodese radiolunar, se houver indicação para tal. Embora não impeça a degradação radiológica do punho, pode permitir um ganho de tempo precioso em relação à realização de uma eventual artrodese ou artroplastia do punho.
- Implantes em cirurgia ortopédicaPublication . Judas, F; Dias, R; Figueiredo, H
- Aloenxertos criopreservados no tratamento de defeitos osteocartilagíneosPublication . Judas, F; Mendes, AFA reparação cirúrgica dos defeitos da cartilagem articular representa uma das situações mais difíceis de tratar em Ortopedia. Os aloenxertos osteocartilagíneos devem ser reservados para a reconstrução de defeitos significativos envolvendo cartilagem e osso (> 3 cm de diâmetro e 1 cm de profundidade), isto é, nas lesões demasiado extensas para serem corrigidas através de outras técnicas. Os aloenxertos osteocartilagíneos criopreservados apresentam vantagens em relação aos frescos, que incluem uma maior segurança microbiológica, menor capacidade imunogénica ligada ao tecido ósseo e estão disponíveis em maior número. No entanto, os aloenxertos osteocartilagíneos frescos mantêm uma maior viabilidade condrocitária e, por isso, oferecem um melhor desempenho clínico. Embora permita recuperar um maior número de condrócitos vivos, a utilização de crioprotectores está ainda longe de originar a protecção completa e eficaz de todos os condrócitos presentes na cartilagem articular, o que compromete significativamente o desempenho clínico a médio ou a longo termo dos aloenxertos osteocartilagíneos criopreservados. A combinação de um potente agente crioprotector como parece ser a arbutina, com meios mecânicos capazes de exercer uma pressão adequada poderá ser a chave para se alcançar uma percentagem significativa de condrócitos vivos após o processo de descongelação da cartilagem criopreservada e, assim, poderá assegurar a eficácia clínica, a médio e longo prazos, dos aloenxertos osteocartilagíneos criopreservados.
- Biomateriais em cirurgia ortópedica reconstrutivaPublication . Judas, F; Figueiredo, H; Dias, R
- Artrite reumatóide: imagens de intervenções cirúrgicasPublication . Judas, F; Costa, PO tratamento da artrite reumatóide assenta no trabalho de uma equipa multidisciplinar, sob a orientação de um reumatologista. A cirurgia representa, apenas, uma das etapas da planificação do tratamento global. A determinação das prioridades cirúrgicas é um problema específico da artrite reumatóide. A decisão de quando e que tipo de intervenção cirúrgica deve ser realizada em primeiro lugar, cabe a um grupo de trabalho, constituído pelo cirurgião, reumatologista e fisiatra. Cinco critérios podem influenciar essa decisão: a idade e motivação do paciente, o estádio da lesão articular, a natureza da articulação e a experiência do cirurgião. As intervenções cirúrgicas podem ser classificadas em três categorias (operações de primeira, segunda e terceira categoria), com base em cinco critérios: dor, função, estética, complicações e resultados tardios. O objectivo central deste trabalho tem a ver com a apresentação de imagens de intervenções cirúrgicas realizadas na Clínica Universitária de Ortopedia dos HUC no contexto do tratamento cirúrgico da artrite reumatóide, realçando o valor da planificação pré-operatória por forma a ser possível alcançar o melhor resultado. A cirurgia ocupa um lugar de primeiro plano no tratamento da artrite reumatóide. A motivação do doente, os seus objectivos e desejos, devem ser ponderados levando em linha de conta os resultados espectáveis. Daí que em determinadas situações possa estar indicada a abstenção cirúrgica. Com a intenção de ganhar, desde logo, a confiança do doente, recomenda-se iniciar o tratamento cirúrgico com uma operação de elevado sucesso clínico, sempre que tal seja possível.
- Anquilose da anca: tratamento cirúrgicoPublication . Marques, JA; Judas, FA anquilose da anca pode ser compatível com uma função aceitável, em doentes jovens ativos. Todavia, a imobilidade da anca pode contribuir para a doença articular degenerativa das articulações anexas, como é o caso da coluna lombosagrada, joelho homolateral e anca contralateral.. A conversão da anquilose em artroplastia permite a supressão da dor e a melhoria da qualidade de vida, mau grado as complicações que podem surgir no per ou pós-operatório. A avaliação pré-operatória assume uma importância central, pelas alterações anatómicas presentes, encurtamento do membro e distensão do nervo ciático. No protocolo técnico-cirúrgico salienta-se: obter o máximo de comprimento do colo e “off-set” da prótese articular, permitindo a máxima correção da dismetria, a máxima tensão dos abdutores (atrofiados) permitindo alcançar uma tensão correta dos tecidos moles, por forma a prevenir a luxação protética. A conversão da anquilose em artroplastia é tecnicamente difícil e com taxas de complicações que variam entre os 9% e os 48%, mormente em jovens com história de prévia cirurgia na anca. Apresenta-se uma doente com 56 anos de idade, com uma anquilose da anca esquerda de longa duração, devido a sequelas de artrite da anca de causa desconhecida, na infância. Tendo como justificação o quadro doloroso e a diminuição da função locomotora, realizou-se uma artroplastia total da anca não cimentada, com um resultado clínico conseguido. Descreve-se a estratégia cirúrgica mais recomendada e discute-se o tipo de prótese mais adequado para o tratamento da anquilose da anca.. A conversão de anquilose da anca em artroplastia total é uma cirurgia complexa e exigente. Todavia, um bom resultado funcional e uma melhoria assinalável da qualidade de vida dos pacientes podem ser alcançados.
- Semiologia da anca: considerações geraisPublication . Judas, FAs afeções da anca ocupam um lugar de destaque na Patologia Clínica pela sua elevada frequência e pelas repercussões funcionais que podem originar. Salientam-se os achados semiológicos conseguidos através da anamnese rigorosa e de um exame físico, no sentido de representarem os pilares angulares no diagnóstico de uma afeção da anca. Tudo começa com eles e todas as conclusões devem passar por eles. Por seu turno e em complemento, os exames laboratoriais, de imagem e anatomopatológico podem permitir o diagnóstico definitivo e, desta forma, tornar-se possível oferecer ao doente o melhor tratamento. Num grande número de situações, a avaliação clínica complementada por um exame radiológico da anca permitem chegar a um diagnóstico definitivo.
- Biomechanical investigations on the total knee arthroplastyPublication . Fonseca, F
- Avaliação Clínica do Membro SuperiorPublication . Fonseca, F
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