Browsing by Author "Mesquita, J"
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- MÓDULO 3 - 2º Curso de Formação para Internos 2013 - 2014: Neonatologia e Cuidados Intensivos PediátricosPublication . Bento, C; Rodrigues, F; Oliveira, G; Lopes, MF; Brito, MJ; Farela-Neves, J; Ramos, C; Mesquita, J; Fonseca, M; Morais, S; Resende, C; Dinis, A; Pinto, C; Carvalho, L
- MÓDULO 3 - Neonatologia e Cuidados Intensivos PediátricosPublication . Brito, C; Rodrigues, F; Oliveira, G; Lopes, MF; Brito, MJ; Farela-Neves, J; Ramos, C; Mesquita, J; Lemos, C; Pinto, C; Dionísio, T; Fonseca, M; Taborda, A; Coelho, L; Dinis, A; Resende, C; Faria, D; Morais, S; Mimoso, G; Dias, A
- A rare manifestation of neonatal alloimmune thrombocytopaeniaPublication . Jerónimo, M; Azenha, C; Mesquita, J; Pereira, DFNeonatal alloimmune thrombocytopaenia (NAIT) results from a fetomaternal incompatibility with maternal sensitisation against a fetal human platelet antigen (HPA) and antibodies transfer to the fetal circulation, leading to platelet destruction. The clinical presentation is variable and isolated intraocular haemorrhage is rare. We present the case of a male newborn, with intrauterine growth restriction, born at 29 weeks due to pre-eclampsia. He presented proptosis of the left eye, hyphaema and elevated intraocular pressure, with no other signs of haemorrhage. Severe thrombocytopaenia was found (27×10(9)/L). Perinatal infection and maternal thrombocytopaenia were excluded. Positive anti-HPA-1a and antihuman leucocyte antigen class I alloantibodies were found in the mother. Platelet crossmatch between the father's platelets and mother's plasma was positive. Platelet transfusions and intravenous immunoglobulin were given with favourable response. This case highlights an unusual presentation of NAIT, which should be suspected in the presence of severe thrombocytopaenia in the first 24-72 h of life.
- Sépsis neonatal – análise retrospectiva de 2004 a 2006 da Maternidade Bissaya BarretoPublication . Maia, C; Paúl, A; Mesquita, J; Santos-Silva, I; Negrão, F; Faria, DIntrodução: As doenças infecciosas são uma causa frequente de morbi- -mortalidade no período neonatal. O conhecimento da epidemiologia de cada unidade é um factor decisivo para o sucesso da antibioterapia empírica. Objectivos: Caracterizar os episódios de sépsis neonatal (SNN) ocorridos de Janeiro de 2004 a Dezembro de 2006 na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN) da Maternidade Bissaya Barreto. Material e métodos: Estudo descritivo retrospectivo dos processos clínicos dos recém-nascidos com o diagnóstico de SNN. Definiu-se sépsis com confirmação laboratorial se dois ou mais critérios clínicos compatíveis, associados a um dos seguintes critérios laboratoriais: a) identificação de qualquer agente patogénico bacteriano na hemocultura ou no líquor cefalo-raquídeo; b) identificação de Staphylococcus coagulase negativo na presença de proteína C reactiva >2,0 mg/dl ou plaquetas <100.000/μl ou relação neutrófilos imaturos / neutrófilos totais >0,2. Definiu-se sépsis clínica quando se verificou: instituição de terapêutica antibiótica durante 5 dias, hemocultura negativa ou não pedida, ausência de infecção noutro local e dois ou mais critérios clínicos compatíveis. No caso de sépsis clínica deveria haver pelo menos também um dos seguintes: proteína C reactiva >2,0 mg/dl; leucócitos >30.000 ou <5.000/μl; relação neutrófilos imaturos / neutrófilos totais >0,2; plaquetas <100 000/μl. Considerou-se SNN precoce ou tardia, respectivamente se início até ou após as 72 horas de vida. Resultados: Cumpriram critérios de inclusão 61 episódios infecciosos (16 precoces e 45 tardios), correspondendo a 58 recém-nascidos. Destes, 50% apresentavam peso de nascimento inferior a 1500 gramas. A idade gestacional variou entre as 25 e as 41 semanas, com mediana de 30 semanas. Da amostra considerada, 45 (73,8%) foram sépsis com confirmação laboratorial e 16 (26,2%) foram sépsis clínicas. Os gérmens isolados foram 26 (57,8%) Staphylococcus coagulase negativos – 17 (37,8%) Staphylococcus epidermidis, 9 (20,0%) outros Staphylococcus coagulase negativos; 9 (20,0%) Escherichia coli; 6 (13,3%) Staphylococcus aureus; 2 (4,4%) Streptococcus do grupo B; 1 (2,2%) Proteus mirabilis; 1 (2,2%) Cândica albicans.A percentagem de resistências da Escherichia coli à ampicilina foi de 77,8%. Houve dois Staphylococcus aureus meticilino-resistentes, ambos sensíveis à vancomicina. Faleceram 6 recém-nascidos com SNN. Comentários: Os nossos resultados estão de acordo com os estudos nacionais e internacionais sobre SNN, salientando-se contudo o diminuto número de Streptococcus do grupo B isolados e o maior número de Escherichia coli, com uma elevada percentagem de estirpes ampicilino- resistentes. A mortalidade relacionada com a SNN encontra-se dentro dos dados referidos na literatura.
- Síndrome de Hanhart – caso clínicoPublication . Rios, H; Carnide, C; Morais, S; Branco, M; Mesquita, J; Galhano, E; Ramos, LIntrodução: Em 1950 Hanhart descreveu três casos de aglossia e deformidades dos membros. A associação de malformações oromandibulares e dos membros é rara, veriÞcando -se grande variabilidade fenotípica entre os casos descritos. Caso Clínico: Gravidez com diagnóstico pré -natal ecográ-Þ co (24 semanas) de agenesia do pé direito, ausência do primeiro dedo do pé esquerdo e presença apenas da primeira falange do primeiro e quinto dedos da mão esquerda. Às 38 semanas de gestação nasce um recém -nascido, sexo masculino, com hipotonia generalizada e diÞ culdade respiratória com necessidade de manobras de reanimação. Ao exame físico destacava -se a presença de microretrognatia, microstomia e várias malformações ósseas a nível das mãos e pés. Desde as primeiras horas de vida que apresentou quadro de apneias com dessaturações recorrentes vindo a falecer na decorrência de um desses episódios. Discussão: A associação de microstomia, microretrognatia, hipoglossia, malformações dos membros e atingimento dos pares cranianos, permite -nos estabelecer o diagnóstico clínico de Síndrome de Hanhart. O seu diagnóstico nem sempre é fácil,dada a grande variabilidade fenotípica.
- Taquicardia supra-ventricular fetal: 15 anos de experiênciaPublication . Santos-Silva, I; Almeida, MC; Cruz, A; Nordeste, A; Mimoso, G; Castela, E; Mesquita, J
- Ventilação não invasiva com pressão positiva intermitente - experiência de 7 anosPublication . Resende, C; Fonseca, M; Mesquita, J; Faria, D; Mimoso, G; Lemos, CIntroduction: Nasal intermittent positive pressure ventilation (NIPPV) is a non invasive ventilation method that combines the benefits of nasal continuous positive airway pressure (NCPAP) and the cycles of positive pressure. Objectives: Description of the NIPPV experience in a neonatal intensive care unit. Methods: A descriptive study of newborns ventilated with NIPPV, from January 2002 to December 2008. Were considered two groups: the first group had mechanical ventilation before NIPPV, and in the second group the initial method was non-invasive ventilation. These 2 groups were subdivided: Group 1: sub-group A, NIPPV immediately after weaning and sub- group B, NIPPV after mechanical ventilation followed by NCPAP. The group 2 was sub-divided in sub-group C, NIPPV after NCPAP, and sub-group D, NIPPV as the initial mode of ventilation. Results: In group 1 we analysed 79 cycles of ventilation with 89% of success and in group 2 55 cycles, with 69% of success. Newborns in group 1 had a median weight of 925g and gestational age of 27 weeks and the group 2 had 1350g and 30 weeks, respectively. Conclusions: NIPPV was used mainly after conventional ventilation in lighter and immature babies, without relevant complications.