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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Os avanços verificados na terapêutica do lúpus eritematoso sistémico (LES) melhoraram drasticamente a sobrevida e reduziram a morbilidade associada à doença ao longo das últimas décadas. Contudo, os efeitos secundários da terapêutica e a doença refractária aos agentes actuais constituem ainda problemas frequentes. Novas opções terapêuticas, mais eficazes e melhor toleradas são necessárias. Nesta revisão são discutidas as principais inovações terapêuticas em desenvolvimento ao longo dos últimos anos para o LES.
Descrição
Palavras-chave
Lúpus Eritematoso Sistémico
Contexto Educativo
Citação
Acta Reumatol Port. 2002;27(2):109-115
